O
som da noite que acalanta
Sobram
pios de corujas e bacuraus
No
seio da escuridão que se agiganta
Na
noite fria em que canta o urutau.
A
lua cheia que no céu desponta
Trazendo
a luz tênue sobre a escuridão da noite
Rasgando
o véu da escuridão sem conta
Acalmando
o vento que me bate em açoite.
Mas
com o quebrar da barra
A
manhã se levanta e vai
O
vale se enche de farra
No
canto alegre que da mata sai.
Essa
mata verde pelo inverno
Amarronzada
e triste pelo verão
Mas
não há no mundo nada mais terno
Que
as belas plagas do meu torrão.
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