quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Homenagem à Lurdinha Calixto


Lurdinha Calixto, excelsa mestra das letras,

Magnânima docente da vida,

Teu nome ressoa entre as grandes mestras,

Que figuram nas constelações das letradas lidas.



Teu amor pelas letras semeou discípulos,

Por todos os rincões que teus pés pisaram,

Agora tu, rebrilhas em luminosos píncaros,

Destinados apenas a aqueles que sonham.



Aqueles que sorveram em ti o conhecimento,


Te saúdam com imenso reconhecimento.

Ao mestre João Fonseca


Esse Assú de tantos talentos
Celeiro interminável de bons poetas
Alguns deles bem mais atentos
As situações dos sujeitos caboetas

Um desses grandes nomes porreta
Que das paragens assuenses surgiu
Foi o grande Mestre João Fonseca
Que se tornou referência para todo o Brasil

João Fonseca foi o pai e o marido digno
Ser contador foi sua  profissão
Amigo de todos ele foi benigno
Foi poeta e escritor por opção

Deus me agraciou com o presente
De com João Fonseca conviver
Ainda que não fosse consciente
Do ilustre poeta que ali estava a viver

João Fonseca se fez luminescência
Para todas as novas gerações
Suas quadras e trovas são referência
Do popular dicionário de ações

Muito obrigado meu caro João
Por sua valorosa contribuição
O Assú  enaltece com emoção
A tua obra, teu fazer e a tua ação.


segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O Brasileiro






I
O brasileiro é um gaúcho
Que viveu no Paraná
Bebeu em Santa Catarina
Mas não se deu por lá

II
Mudou-se para São Paulo
E decidiu lá não ficar
Foi então pro Mato Grosso
Mas chegou foi no Pará

III
Umas Amazonas procurou
E não conseguiu encontrar
Destinou-se à Brasília
Achando ser esse seu lugar

IV
Foi trabalhar na Paraíba
Nas Alagoas foi pescar
Pensou até em Ser jeep
Para na Bahia chegar

V
Nas Minas pagou geral
E se mandou pro Piauí
Pensando que era o Rio
E que chegara ao Merití

VI
Fez carreira para Roraima
Mas em Rondônia ele chegou
Queria era o Goiás
E só no Acre ele aportou

VII
Foi então pro Maranhão
E no Pernambuco ele pensou
Escolheu o Ceará
E prá lá então se mudou

VIII
Rodou todo o Brasil
Chegou até o Amapá
Escolheu viver até morrer

Neste solo Potiguar.

Torrão Bendito



Terra bendita e varonil,
Incrustada neste solo Brasil,
Com teu céu azul anil,
És a mais bela que já se viu.

Em teu carnaubal remanescente,
Que te adorna tão ricamente,
Espraia-se teu verde solenemente,
Sob o teu sol reluzente.

Teu povo é encantador,
E de outros povos acolhedor,
És como uma menina em flôr,
Cantada em versos de amor.

Trazes na história os teus encantos,
Da poesia que reluz em cada canto,
São notas de luz e acalanto,
De um povo feliz e sem pranto.

Falo de ti, meu querido torrão,
Meu Assú, meu coração,
Minha vida e emoção,
Meu Deus! Como amo esse chão.


A Morte não Existe



A morte é para muita gente,
Ingrata, insensível e inclemente,
Mas o que seria da gente,
Se na carne ficasse eternamente?

A morte é a única certeza plena,
Que no terreno mundo se apequena,
Diante da verdade serena,
De que ela é apenas terrena.

Há sempre um horizonte de luz,
Para onde o amor fraterno nos conduz,
E, iluminados pelo exemplo de Jesus,
Viveremos para sempre longe da cruz.


JESUS

Imagem relacionada

Jesus és o Divino oleiro
Que de todos és parceiro
Tira-nos do cativeiro
E da sina do madeiro

Não nos pede submissão
Nem a cega adoração
Só pede de nós um coração
Que espalhe paz, amor e união

É esse Jesus meu amigo
Que busco carregar comigo
Que ensina amor e não castigo
E que desejo, leves contigo.


segunda-feira, 24 de abril de 2017

FOI EMBORA O PELÉ

Foi embora o Pelé
Não o famoso da bola
Mas o famoso da princesa
Foi embora o Pelé
Partiu para outra escola
Semear em outros campos
A sua arte com beleza

Foi embora o Pelé
Ainda que não  fosse essa intenção
Partiu nos deixando tristeza
No fundo de nosso coração
Foi embora o Pelé
Mas não levou a emoção
Do pau de sebo da princesa
Vivido em cada São João

Foi embora o Pelé
Levando seu sorriso franco
O seu olhar sereno e calmo
De quem cumpriu bem a jornada
Foi embora o Pelé
Mas não há espaço para pranto
Apenas a saudade alongada


Foi embora o Pelé
Para o braços de Jesus
Operar outros controles
Na emissora celestial
Foi embora o Pelé
Para o amor que é luz
Sorrir com outros atores
Na Morada divinal

FERN 90 ANOS

União, unificação, ação
Três pontos de um mesmo rol
A FEB com a batuta da razão
As federativas, ilumina como um sol

Nos 90  anos da FERN
Queremos a todos saudar
Pelo trabalho, que a nós concerne
Assumir, viver e executar

Queridos de Jesus, sem fronteiras
Que nos ama e a todos nos conduz
Ergamos do trabalho, a bandeira
De amor, fraternidade e luz

De Alagoas, da Bahia, Paraíba
De Sergipe, Piauí e Maranhão
Pernambuco, Ceará todos na lida
À nonagenária FERN nossa SAUDAÇÃO.

                                                         Francisco Costa (RN) e Edinólia (BA)

CANÇÃO PARA UM AMIGO

Meu querido amigo e irmão,
Nesta data de luz e esplendor,
Quero a Deus elevar-me em oração,
Por tão bela data de luz e amor.

Nasceste em vinte e sete abril,
O ano diferença não faz,
Neste céu de azul varonil,
Que tanta esperança nos traz.

Celebras mais ano de vida,
Nesta tua existência carnal,
Repleto de muita lida,
Nessa data divinal.

Tua existência se revela,
Coroada de muita luz,
E nela abres infindas janelas,
Para  servir sempre em nome de Jesus .

Fernando de Sá Leitão Morais,
Esse é teu nome atual,
O nome recebeste de teus pais,
O caráter veio do Deus  fraternal.

Que felicidades lhe sejam eternas,
Cheias de paz a sorrir,
Que Jesus seja sua lanterna,
Iluminando todo o seu seguir.


MEU TORRÃO

O som da noite que acalanta
Sobram pios de corujas e bacuraus
No seio da escuridão que se agiganta
Na noite fria em que canta o urutau.

A lua cheia que no céu desponta
Trazendo a luz tênue sobre a escuridão da noite
Rasgando o véu da escuridão sem conta
Acalmando o vento que me bate em açoite.

Mas com o quebrar da barra
A manhã se levanta e vai
O vale se enche de farra
No canto alegre que da mata sai.

Essa mata verde pelo inverno
Amarronzada e triste pelo verão
Mas não há no mundo nada mais terno

Que as belas plagas do meu torrão.

AO CAFÉ COM NOTÍCIAS


Ficar informado, meu amigo,
É necessidade de todos nós
E é no café com noticias
Que a gente desata os nós.

Delzi Campelo e Nelson Dantas
Tibério e Luiz Eduardo
Alegram as nossas manhãs, às pampas,
Trazendo informações com  todo o traçado

Café com noticias é o canal
Certamente se você o ouve
Nunca vai se dar mal
Porque sabe tudo que houve
Através desse canal.




ESPIRITISMO 160 ANOS

O Mestre trouxe ensinamentos 
Que a humanidade não compreendeu
Marcou o Homem seu tempo
Pelo desconhecimento envolto em breu

Mas, ao alcançar maturidade,
E demonstrar compreender
As verdades da imortalidade
Jesus nos mandou trazer

Pelo trabalho árduo e profícuo
Daquele homem de Lião
Surgiram os primeiros capítulos
Da verdadeira consolação

Através de muitos estudos
Pesquisa e séria investigação
Kardec  trazia ao terreno mundo
O alento ao coração

160 anos já se passaram
Desde aquele pavilhão
Que trouxe esclarecimentos 
E a verdadeira consolação

Abnegados mensageiros 
De uma outra dimensão
Ditaram e esclareceram 
Em majestosa missão

A cada coração aflito
Traz Jesus em oblação
O esclarecimento bendito
Que se torna consolação

São 160 anos
De amor que não tem idade
Mostrando a todo Homem
Que não há salvação sem caridade

Hoje celebramos unidos
A vinda da transformação
Contida na Doutrina Espírita
Com paz, amor e união.